Questões artísticas no virar do milénio

Fronteiras Minadas by Salou

Cruzei-me, há pouco tempo, na sequência de consultas e leituras que vinha fazendo, com algumas ideias apresentadas por Karl Ruhrberg. São questões que nos põem a pensar e, exactamente por isso, decidi transcrever algumas linhas do texto e partilhá-las  com outros leitores. Eis, portanto, um pequeno excerto extraído da obra Arte do Século XX, Volume I, editado pela Taschen:

“A arte reflecte sempre o período em que é feita e os problemas e as questões desse período. Portanto, estritamente falando, não existe ‘arte intemporal’. Todo o artista que recusa esta ideia e que tenta escapar à actualidade incorre no risco do fracasso artístico. (…) Num período de convulsões sociais e insegurança como o nosso, que abandonou todos os esquemas e sistemas universais, a arte já não pode esperar proclamar verdades incontestáveis. Até mesmo a fronteira entre arte ‘elevada e baixa’ começa a esbater-se. (…)

Todas as regras perderam força. Até as mais ambiciosas teorias da arte têm agora um toque individualista e dificilmente poderão reclamar uma validade universal.”

Sobre Salou

Sara Loureiro (SALOU) segue um caminho que reconhece que é o Seu: o da aprendizagem e busca constantes.
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